sábado, 14 de setembro de 2013

POEMA Nº 098 - SOLIDÃO VII

Bebo o mais puro vinho
Na taça da solidão
Vazia de mim mesma
Vazia de emoção
Brindo o teu olhar profundo
Que ainda está em mim
Que me mostrou o mundo
Nas asas de uma ilusão
De um querer sem fim
Deixaste com a solidão...
Solidão... companheira amarga
Que teima em não me abandonar
E no vazio me larga
Sem rumo... a penar...
Solidão... criatura indigesta
Que me arrebata a alegria
Que me rouba a festa
E em triste agonia
Transforma esta minha vida
Em eterna melancolia...
Ah! Solidão! Pro que não te vais?
De uma vez por todas:
Deixa-me em paz!



Autoria: Lavínia Andrill
Imagem: Internet
Arquivo: Fantasias 032

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