terça-feira, 17 de setembro de 2013

POEMA Nº 107 - DOR DE GAIA

Mora em meu peito uma dor
Que, de tão grande, não se cabe.
E espalha por todos os nervos e fibras
Deste meu corpo mundano.
Sobressai-se a dor de Gaia,
Maior que a dor do todo...
Mas, silencia-se,
Diante da vastidão entorpecida dos meus sentidos!
Não tenho o que mais quero...
A parte disto,
Abarco todas as dores.
E todas as solidões
Explodem em súbitos desalinhos
Em descompassos e cansaços
Na fatuidade dos meus dias...
Etéreos. Indomáveis.


Autoria: Lavínia Andrill
Imagem: Internet
Arquivo: GAIA 5


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