sexta-feira, 29 de maio de 2015

POEMA 236 - CALA-TE, ALMA. CALA-TE!

O vento leste sopra em meus ouvidos
as tuas ausências... tantas!
Vento gélido, gélida noite
Devoram-me
os sonhos
os anseios
os desejos...
Faz-se silêncio na alma!
Solitude incalma.
Não há poesias
Não há aconchegos
Não há canção,
Tampouco, carinhos.
Vê-se no ar notas melancólicas
de silêncios e solidões...
Calam-se as palavras.
Só a alma
debate no velho corpo.
Alma solitária, cala-te.
Aceita teu destino
monolítico
E cala-te!



AUTORIA: Lavínia Andrill
Imagem: Internet

7 comentários:

  1. Bravo! Muito lindo!

    Beijo,
    Lúcia Calmon

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    1. Lúcia, querida, como vai? Há quanto tempo... abandonamos os e-mails, não é? Já fez um facebook para você? Caso sim, me adicione! Beijos!!!!!

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  2. Amei conhecer seu blog! Beijosss e sucesso!

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  3. Após atravessar o GRANDE deserto da solidão
    E sonhar com o oásis da paixão
    Jamais irei me calar
    Pois ainda tenho muita sede de amar.

    A minha sorte sou eu que determino
    Nunca mais esperarei o destino.

    Teu Blog é lindo...doce e encantadora Princesa Poeta. Beijos.

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    1. Obrigada, amigo! Fico feliz que tenhas gostado!

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